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domingo, 8 de setembro de 2024

Ouça Pedra Pintada

Está nos streamings a música Pedra Pintada.


Essa obra surgiu em 2010 durante a visita do parceiro musical Fabiano Martins (in memorian) na Chapada. Apresentei um esboço da harmonia e sugeri que a letra fosse bem regional. Como de costume, ele não o fez na hora mas apresentou toda a letra 3 dias depois.

Ensaiamos um pouco e tempo depois fizemos a primeira e única gravação.

Pedra Pintada é Itacoatiara. Onde nossa Senhora acalmou a Cobra Grande.

👇⇩

Pedra Pintada

ou selecione e cole no navegador:

https://amazon.com.br/music/player/albums/B0B4V856P7?marketplaceId=ART4WZ8MWBX2Y&musicTerritory=BR&ref=dm_sh_JvhG6HSemUwMCVcfzZ7R67bXU&trackAsin=B0B4TY1QH6


O dia em que foi gravado

sábado, 29 de maio de 2021

Tocando autorais para esticar as cordas

 

 

 

 Depois de instalar cordas híbridas, é hora de acostumá-las para não desafinar e para isso tocarei músicas autorais que foram gravadas por mim. Somente as pesadas.

bandas:

  • Amazônica
  • Anestesia
  • Sarcásticos

 

 O vídeo completo.


sexta-feira, 23 de abril de 2021

Viper no Rio Negro - Gestão banana - Melhor show que NÃO FIZEMOS

Na época que a gente começou a tocar, quantas vezes nós tocamos. Acho que menos de 10 vezes. Perdemos oportunidades de abrir show para a banda grande. Deveríamos ter feito abertura para o Viper. Fizemos a abertura para o Shaman, para aquela banda de BM que não tinha nada a ver. Na verdade não era para ter trazido. Era para ter trazido outras bandas de heavy metal pra encostar a banda lá.

OPORTUNIDADES

Foi uma oportunidade perdida. Vamos parar para analisar. Quando o trouxeram o Viper (ZonicaMind), não vou dizer que nós trouxemos. Nós trabalhamos de graça. Mas quando trouxeram era para a banda (Amazônica) ter tocado, ter feito a abertura. Não era para ter 4 bandas. Muita falta de planejamento desde o começo. Eu acho que fui o primeiro a saber. Eles (Daniel e Rafael) vieram aqui em casa depois de ter fechado o contrato. Estava eu e o Dão aqui em casa. Vieram contar a novidade: “Vamos trazer o Víper”, eu disse: “Blz”.

Daí questionei: Não seria interessante investir primeiro, como aprendizagem, com show local, é pequeno. Mais controle e tal. Depois parte para show grande? E responderam com os ombros.
Na hora pensei na oportunidade da Amazônica aparecer abrindo pro Viper. Ia colar beleza. Pensei em participação. Ia dar uma moral para a banda planejar esse tipo de coisa. A banda tinha que aproveitar isso. Era uma estratégia. Tipo: “AH, eles são amigos e tal”, o negócio seria diferente.

As duas banda no palco tocando “living for the night”, sei lá, alguma música pra gente dividir palco. “Chama o Pit pra tocar uma com a gente”, entende? Daí o imaginário popular: “Nossa o Viper e Amazônica estão juntos, eles são amigos, completam a frase um do outro e tal”.

Amazônica   
 

É o tipo de imagem que marca na mente das pessoas. Certamente se fosse desse jeito o nosso nome estaria lá em cima. Isso eleva o nome, levanta a bola. O negócio é manter a bola lá em cima. Não adianta levantar a bola, cortar e fim de jogo. O mais “fácil” foi trazer a banda. A banda é nossa. O difícil é manter a bola em cima. O raciocínio: trago o Viper e aí combino com alguns deles para subir no palco e tocar uma música com a Amazonica pra dar uma melhorada na imagem. A autoridade do Viper iria viabilizar a Amazonica. Saca a estratégia? Era isso que eu pensava.

Era para a banda Amazonica estar abrindo esse show e não banda de Death, de power, de alternativo... não era pra ser assim. O Viper colocou mais de 3 mil pessoas no Rio Negro. Tínhamos que pegar a atenção dessas 3 mil pra Amazonica, fim de papo. Isso é estratégia. Foi uma burrice ter sido daquele jeito. Pelo menos dei a sugestão. Não ouviram. Enfim.

Deu no que deu. Erros amadores. Aqueles erros eram para ter sido corrigidos nos eventos pequenos. Nos pequenos eventos o controle é mais preciso. Fica mais fácil manter a bebida gelada. No dia do show do Viper a bebida esquentou na primeira rodada. Conto o porquê.


 

BEBIDA ESQUENTOU E AGORA?

Depois de montar a estrutura e posicionar as barracas de bebidas começaram o abastecimento dos camburões. Depois de tudo cheio sobraram alguns sacos com gelo que ficaram na reserva. O Adriano Gaúcho viu a situação e perguntou do responsável pelas bebidas sobre o gelo pois não era suficiente pra manter a noite inteira gelada.
Daí a diretoria (Daniel e Rafael) foi notificada sobre a situação e que a solução era ligar pra FRIGELO e solicitar um carro pra ficar de plantão. A “Diretoria”, na sua grande “experiência” disse que NÃO EXISTIA ISSO. (Um caminhão abastecido com sacos de gelo para abastecer eventos). É para rir desses otários mesmo.

E assim o evento foi em frente. Nas primeiras horas deu tudo certo, mas na hora do principal... na hora que o Viper sobe ao palco a cerveja começou a esquentar e foi um corre-corre para comprar gelo, caro, de madrugada. Foi o prejuízo da Zonicamind. E aqui eu critico esses dois zés bucetas burros pra caralho.

NOTA SOBRE O PALCO

O início dos trabalhos era montar o palco. Claro que o “diretor artístico” montou o palco ao estilo “passarela” ao invés da montagem tradicional. Conseguem imaginar? Ao invés de ser assim: _ , montou assim: |. Puta merda: é show de rock ou um desfile de moda?
Pensem, leitores, o trabalho que é montar e o trabalho de arrastar um palco montado, arranhando os tabiques da quadra. Quanta BURRICE.]

Nenhuma descrição de foto disponível.
(imagina esse palco esticado ao estilo passarela?)

 

 

*Por enquanto fica até aqui. Breve solto mais histórias;

** ref. a bandas de abertura: nada pessoal. Curto todas elas. São negócios e não emoção.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Entre conversas e gravações. Bastidores de uma banda.

Muito bem. Depois dos entraves finalmente conseguimos gravar a primeira parte de um registro. Quero dizer: despachar esse material velho e dar andamento aos novos assuntos.

Hoje estamos mais velhos e sabedores do que não fazer. No encontro com o Fabiano Martins, ex vocal da Amazônica, gravamos uma música e depois testamos músicas antigas em outro formato e depois conversamos sobre alguns acontecimentos na época da banda.

Parece leseira ficar revendo o passado, mas rever é pontuar cada situação do que aconteceu lá atrás.

Confira a conversa, sem cortes, que tivemos e atente para a MENTIRA de que a banda iria tocar em um festival de rock no Pará. Claro que isso faria com aquele que divulgasse a notícia, que seria uma fake news das brabas, se transformasse em um MENTIROSO. O cérebro ficaria imune já que NÃO FARIA O SERVIÇO. Conto essa presepada no vídeo abaixo.

Assista a esse bate papo.
 

  

Ouça Queimada Floresta no Reverbnation

Obrigado!!

sábado, 17 de agosto de 2019

Demo Tape - Amazonica 1999

Fizemos uma demo tape para simular uma apresentação. Na verdade esse foi um ensaio para um possível show. Nada como simular uma ação, certo?

Ouca e ajude a divulgar essa raridade amazônica. Obrigado.
 

Demônio Tapa - Fita Casseta da banda Amazônica

1- Intro
2- Sansara
3- Final CountDown
4- Intro/Sagrada Terra
5- Mr. Crowley




https://soundcloud.com/carlos-augusto-neto/amazonica-demo

Musica: Sagrada Terra - 1999 - Fita Demo

No ano de 1999 surgiu a banda Amazônica tocando um estilo mistureba de heavy metal com regionalismo amazônico ( por isso o nome Amazônica), letras em português e temas como devastação, ambientalismo, natureza, lendas, mitos, preservação, etc.

A primeira musica composta foi Sagrada Terra. Vinda da grande cabeça do Luis Marinho (ex-Critical Age, ex - Black Sage) e atual SHELLTER.Unindo-se a mim nas composicoes - ou eu me uni a ele? Enfim. Nos dois éramos a mente criativa da banda. MODÉSTIA `A PARTE.

A primeira parte e um heavyzao com palhetadas constantes e muito pra cima. Refrão chiclete e tal. A segunda parte e mais balanceada no estilo de um Slayer cadenciado feito para banguear.

Entre esse heavy e a cadencia esta um movimento que chamamos de ritual. Uma evolução de teclado no estilo boi bumba. So ouvindo mesmo pra sacar a ideia.

A letra, claro, ficou na responsabilidade do talentoso vocalista Fabiano Martin (ex-Melissa)

Ao vivo foi tocada 2 vezes. Suspeito que o medo de algum tanga frouxa da banda líder ficou com medinho de tocar boi bumba no meio dos metalzao tamanha 5h da manha. Medo. 

Entao foi assim. Musica composta em 99 e que estou divulgando para que todos conheçam. 

Me ajude a divulgar também.


https://soundcloud.com/carlos-augusto-neto/sagrada-terra-ensaio-1999

Heavy Metal Regional - Amazonas, terra do povo guerreiro.

Meu amigo Adriano Pasquali me mostrou uma letra que foi transformada em música. Essa "letra" era sobre um trabalho de feira de ciência.Um dia ele passou na minha casa e me falou sobre a tal letra e que eu deveria olhar pra ver se dá música. Claro, que dá e deu música.

Me lembro vagamente sobre o trabalho apresentado. No dia ele me convidou para a feira de ciências do Colégio Maria Rodrigues. Ihu. Como já disse: - Não me lembro bem como foi. Ok!


Numa noite qualquer eu e ele estávamos à caminho de sua casa. Estava com o violão na mão, tocando alguns acordes e tal. De repente, me deu um estalo. Aquela letra lá e tal, vamos sentar aqui na calçada e ver o que sai.

Daí ele foi pegar o papel na casa dele, que era próximo onde estava sentado tocando. E assim começamos a tentar algo. Solfeja aqui, sopra dali. Sempre tentando construir um caminho casando letra e lírico e métrica. Tudo isso empiricamente.

Até foi surgindo a melodia e adiante uns riffs. Surgiu a introdução e a base da letra. Pelo menos fazendo a primeira parte já temos algo para concluir a obra. Então, tudo surgiu no violão. Depois passei para a guitarra e assim por diante.

Não levo sozinho o crédito pela música. Além do poema feito pelo Adriano - com algumas modificacoes minhas - também contribuiu o tecladista Paulo Camilo, já que o teclado deve ser destacado na musica, Fabiano Martin dando auxilio nos líricos.

No link abaixo esta uma gravacao feita no estudio HS, com Gisele Menezes nos vocais. 

Escute esse som:
Ouça no SoundCloud, Amazonas, terra do povo guerreiro. 
 


https://soundcloud.com/carlos-augusto-oliveira-1/amazonas

Registro 23059501d111031h173101_m1

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Músico, seja esperto. Parte 01



É assim que acontece quando se quer aparecer.

Um comportamento que prejudica o mercado musical, impede o aparecimento de mais artistas/projetos, congela a circulação do dinheiro.

Não é culpa somente do músico, contratantes também querem lucrar e acabam agindo de forma irresponsável fechando negócios que favorece apenas o seu lado. ( o lado do contratante).

Desde então, o mercado musical está congelado. Em 2007/2008 a média do cachê girava em torno de R$100 a R$150 (nos bares classe A). Bares classe -C não girava, ou R$50 ou bebida ou um "toca pra caralho". Quem já tocou neste tipo de bar sabe como é a dificuldade.

COUVERT ARTÍSTICO

Há propostas de leis na câmara dos deputados para regulamentar o couvert repassando 100% ao músico.

Mas mesmo que haja lei ela será descumprida pois já está sendo descumprida há muito tempo porque os músicos são obrigados a participar desse modelo de negócio que prejudica a classe. 

Vejamos uma situação que é bem recorrente: 

Fecho com o bar couvert. É um risco alto caso o bar não tenha fluxo de cliente. Se o bar é morto você perdeu. Se o fluxo for médio já é bom e provavelmente sairei com 100% do couvert. 

Provavelmente. Porque não sei se o contratante está sendo honesto comigo. Não sei quantas pessoas estavam presentes no bar e não sei quantas pessoas pagaram couvert. Isso fica difícil na hora de fechar a conta.

É O SEU NEGÓCIO. LUTE POR ELE.
Repare que sublinhei essas palavras NÃO SEI. NÃO SEI QUANTAS. Vamos lá.

É preciso uma solução para esse problema. Como posso controlar o meu couvert independente da contagem do bar?

Essa pergunta nos levará a uma solução. E qual é? Tome providência. Não espere pelos outros. Não tenha vergonha de controlar o seu negócio.

Você está prestando um serviço e quer ser pago por ele. As vezes é negociado um valor e na hora do pagamento vem outro valor acompanhado de desculpas: "Poxa, não deu", "vou te pagar na quinta-feira porque os pagamentos foram feitos no cartão."

Quando a vigarice do contratante fala alto, você não recebe nunca e também não toca nunca mais no bar. Muito cuidado.

E é por essas e outras que sou a favor de trabalhar com contratos. Contratos de apresentação. Inicia no fechamento da negociação e termina no pagamento do cachê. Dentro dele contém o tempo de apresentação: 2 horas, 3 horas com intervalo de 15 minutos, etc. Fornecimento de água mineral, entre outros detalhes. As vezes tem peças de instrumento, microfone, fonte de energia, etc.

Um contrato estabelece o que tem que acontecer. Como, quando, onde, quanto.
Por exemplo: Liguei pro Xicão, dono do Xico's Bar e fechamos uma data, sábado, dia x. Ele me pediu 2 horas de show. Ok. Pedi para ele fornecer água mineral grátis para os músicos durante a apresentação. A cerveja é opção dele. 

Tem bar que joga umas geladas, mas não é obrigatório. Então, ele garantiu um balde de cerveja. 01 (um), somente um balde. Vem 10 garrafas de Bud. Somente. Não é pra embebedar, até porque é TRABALHO. Pense nisso. Somos 4 pessoas que brigarão por 2 garrafas. Certo? Pra mim isso já é um belo agrado.

Combinamos um cachê, fixo, porque nesse sábado o bar tem alto fluxo de clientes que gira em torno de 500 pessoas entre as 22 até 03 horas. Ponto.  
Se fosse por couvert, digamos que na hora da nossa apresentação, 200 pessoas estavam curtindo a banda entre 23 até 01 da manhã ao preço de 15 reais.

(200x15=3000)

Minha banda sairia sorrindo do Xico'sBar com 750 reais em cada bolso. Lembrando que o bar NÃO TEM DESPESA COM BANDA/MÚSICO. NÃO SAI DO CAIXA DO BAR. O couvert é pago diretamente pelo cliente. Mas o bar morde uma parte dessa renda.

"Ah, mas a banda bebeu água de graça"

No mínimo deve oferecer uma água pra rapaziada, certo?

O pedreiro vai tua casa tapar um buraco e vc não vai oferecer uma água pro cara? E ainda quer cobrar? Serviço, porra.

Voltando ao exemplo;

Fechei com o Xico'sBar, 1200 reais, por 2 horas de show. O dia chegou. Chegamos na hora combinada, montamos o equipamento, passamos o som e executamos o serviço. No final, o pagamento foi feito. Recibo assinado. Dinheiro dividido e cada um foi pra sua casa com 300 real no bolso. Fim.

Veja a diferença. 3000 para 1200 - 750 para 300. Ainda é um bom dinheiro.

Essas duas histórias são utópicas. A realidade está longe e congelada. Até hoje o cachê pago pra uma banda gira em torno de R$400, R$600. Dependendo do porte do negócio, da honestidade do contratante, do fluxo de clientes, enfim, muitos fatores que mantém os R$100 por músico desde 2008. São dez anos de desvalorização. Cem reais eu recebia em 2008 e até hoje está assim. 

GRAÇAS À...?

Graças a pessoas que gostam de encher agenda abaixando o preço do serviço, desvalorizando o mercado e (mal) acostumando os contratantes a tratar a classe nesse nível. Ou seja, se você quiser fazer uma revolução, QUEM TOMA NO CU É VOCÊ E SUA BANDA, enquanto que outras ficam na espreita esperando alguém pular do barco. São como URUBUS rodeando carniça.

Minha conclusão é:

Os próprios músicos que visam estar no auge da agenda, da carreira, do sucesso, do "trabalho", acabam decidindo o futuro da classe musical diante do mercado totalmente amplo, abraçando, como se fosse uma criança que recolhe todos os brinquedos para que nenhuma outra brinque. Sendo que o brinquedo não é só seu. Sucesso esse que não existe pois não há vida própria e sim apropriação da vida alheia. Não há palavras próprias e sim repetições ditas por outras pessoas. Inspirar não é imitar.
Então parem com isso. Unir é o único modo de expandir os benefícios a todos que estão nesse mundo musical. Não podemos permitir que uns poucos determinem o limite.


* Continua...aguardem.

referência da imagem
https://www.facebook.com/clinicamusical/photos/a.420642587952968/2843930405624162/?type=3&theater

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

A bagagem - Por dentro da Verdade Farsa. Repostagem


Mais um dia diante do pc tentando escrever algo para este blog, nem tão visitado assim. Hum, ta bom, ninguém visita e lê o que escrevo. Talvez por isso eu coloco qualquer coisa aqui e ninguém vai se importar não é mesmo?

Um dia estava eu e os meus botões e um estalo surgiu do nada... Era uma idéia.

Anos atrás, quando eu estava tocando guitarra e compondo várias idéias para assuntos amazônicos. Modéstias à parte, eu sou bom em misturar as coisas, trocar idéias sobre sons regionais, se tratando de música e composição. Então automaticamente fui responsável pelas composições da banda. Tudo saia da minha cabeça e ficavam impressionadas com a simplicidade das frases, melodias etc.

Na primeira fase da banda compus em parceria com Luis Marinho (Critical Age) as musicas Sagrada Terra, Sansara e Queimada Floresta, também conhecida como Avulsa. Avulsa? Como assim? Bom, explico. Essa musica foi feita com a intenção de concorrer ao Fecani da época, 99/2000, mais ou menos, e como no Fecani não toca rock ela foi feita em separado do Metal. Foi aí que a identidade da banda foi formada, rock com estilo regional. Rock Regional. Mistura de rock e regionalismo amazônico. Imagino que, se fosse outras pessoas no time, o som da banda não seria esse.

 Foi à primeira vez que compus musica. Fiquei alegre, motivado e continuei. Depois surgiu a Sonho Distante, compus primeiramente a introdução no teclado e a partir daí na segunda fase da banda surgiu a Eldorado, iniciada pelo guitarrista Leonardo Velho e continuada por mim e pelo baixista Cristiano Garcia. Claro que não posso esquecer das contribuições de Fabiano Martins, criando ou continuando as letras da banda. Depois dessa fase a banda iniciou a vida. Primeiro show, estréia, nervosismo. Boi em show de metal? Valeu a pena. Tivemos coragem de tocar. Confesso que gelei na hora mas pensei: Ora! Musica é musica. Quem gostar gostou, quem não gostou? Fodam-se. Como a hora se aproximando o gelo cessou. Massa.

Depois começamos a compor nova musicas. Alias a banda só tinha quatro musicas e precisaríamos de bagagem para sair por ai viajando pelo mundo afora. Alemanha, Inglaterra, Pará.

Amazonas foi uma musica fácil de fazer e fácil de tirar, também. A letra foi composta pelo meu brother Adriano Pasqualli. Sei que ele fez a letra para um trabalho da escola. Fiz umas correções devido a estrutura e encaixei em um riff que estava trabalhando, até hj tenho a fita disso, alias, tenho muitas fitas com muitos riffs e a letra original dessa musica.

Espírito tupã foi outra música que compus junto com o Fabiano Martins que detonou numa letra perfeita.

“O vento que sopra do norte”.
Trás cheiro da guerra e ameaça
Nosso povo forte”
“Caboclo guerreiro faz caça, faz pesca”.
Não morre de fome, não teme a morte.
E vive em paz”
Essa é um trecho de uma toada que fiz e foi introduzida (sem minha permissão numa musica).

Quando sai da banda, estava compondo a Xapuri/Ac, Manaós e ficou tudo mastigado. Espero que meu nome esteja lá como co-autor. Pelo menos acontece com os profissionais éticos. Vou ver o que acontece.

A minha consciência me diz que o que fiz certo em dividir os trabalhos e as autorias. Riffs e letra, riff ou letras, tudo faz parte do todo.

Para preservar os direitos autorais das musicas registrei eletronicamente para não aparecer nenhum espertinho para plagiar ou até mesmo registrar nas minhas costas. Quem brinca de música é amador.

Atualmente eu e o baixista Cristiano Garcia estamos produzindo musicas que não foram para fora do papel como Pedra Pintada, Lamento do Índio e Ocupação.

Toco o teclado ou bateria em algumas musicas, São inéditas, de minha autoria, minhas idéias, meus métodos, minhas letras. Ganhar dinheiro com isso? Duvidê-ó-dó. Não se faz dinheiro com rock aqui em Manaus. Mas fico satisfeito se o publico gostar.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Um texto revolucionário de merda. Que seria música mas não foi.

"Por fora mantenho minha dureza de líder idealizador, mas por dentro choro por ter escolhido o mais difícil: Pregar a verdade viva.
O pior de tudo é que nós nascemos com o dom da revolução em nossos corações. Só nos resta lutar, lutar, lutar e defender nossa terra."


Esse foi um texto que seria musicada. Um texto revolucionário que iria mudar o mundo para melhor. Escrito pelo *"Lula do Amazonas". O batalhador, que não teve coragem de compor músicas ou letra de música e que preferiu APOSSAR criações alheias, registrando obras que nunca saíram do seu espírito. O líder, que destruiu um projeto viável e certeiro para a época, tendo pessoas com o mesmo objetivo e dispostos a alcançá-los despendendo tempo, finais de semana, dinheiro e o principal: criatividade. Idealizador, que não conseguiu movimentar a própria ideia pois pensava que tudo que fosse criado seria exclusivamente seu. Tanto é que "furtou" obras registrando em seu nome. Pilantra.

Por vingança (criada da própria cabeça), preferiu usar redes sociais para ringue, expondo pessoas ao ridículo porque não conseguia o que queria. Pensou que estava dando  ordens mas perdeu o controle logo na primeira composição. Burro. Perdeu amigos.

Analisando o texto com mais atenção é perceptível a confusão mental do cidadão,típico de esquerdista analfabeto funcional. Isso foi escrito numa época em que ninguém tinha viés político. (Ou pelo menos o viés era de esquerda e ninguém percebia, eu acho)

Uns anos pra cá fiz uma revisão nas minhas músicas e encontrei uma que havia composto. Está voltado para a esquerda. Algo como ecologia, aquecimento global, anti americanismo, entre outras pautas esquerdinhas.
 
Ideia (im)plantada nas mentes das pessoas sem que elas percebessem. Fruto das estratégias comunistas ora determinado por governos de esquerda que duram anos e anos, centenas de anos até que se forme a hegemonia ideológica. Daí, sem saber, você repete no antro social e como todos possuem a mesma educação - de não questionar, não duvidar, de aceitar a preguiça do pensamento - para não obter-se de força questionadora da própria realidade.
Assim, mudei a forma de pensar - e achando que eu pensava de verdade - de ver o mundo com outros olhos e nunca me convencendo daquilo que já vem pronto.

Preciso agradecer a filosofia, que me fez me enxergar. Ao professor Luiz Carlos Lemos por apresenta-la. E principalmente ao Olavo de Carvalho, por me fazer perceber de que preciso de orientação - o tempo todo - para não cometer os mesmos erros "errados". Deus os abençoe.

Indico o COF do professor Olavo de Carvalho
https://www.seminariodefilosofia.org/
https://www.seminariodefilosofia.org/

* Prefiro por esse apelido para não dar ibope ao desgraçado.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

De volta do futuro. Como ficou a OMB/AM de 2011 pra cá?





Atualizando a situação

Hoje, o "fiscal" está como vice presidente. Até agora não se sabe sobre eleições da entidade. A OMB que se manifeste, se quiser.

O presidente afastado está enrolado no TRF1. Nada bom pra ele. Usou o caixa da OMB pra pagar contas pessoais. 

Os tribunais, STF e o MPT/Am deram o recado.


STF já deu o recadinho.



Mas a "ordem" não tá nem aí, nem aí!!!



Continua atuando e convocando músicos práticos a se "regularizarem" a fim de cobrar anuidades no futuro.





 PAGA QUEM QUER. OBRIGADO VOCÊ NÃO É.


links

http://www.redetiradentes.com.br/ronaldotiradentes/marcia-siqueira-e-os-porteiros-de-festas/
https://www.portaldoholanda.com.br/noticia/justi-federal-afasta-presidente-e-tesoureira-de-conselho-da-ordem-dos-m-sicos
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=269293

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Mentira tem perna curta

Havia um sentimento de desconfiança quando apareceu pistas de que algo sério estaria para acontecer. Coisa de percepção sensitiva. Vi algumas atitudes não corretas sendo elaboradas para queimar o filme de alguns integrantes. Havia motivos pois já não estava sendo “braço direito” do patrão resultado de observações nas atitudes.

Vou explicar algumas delas.

Fui instruído, na época do Orkut, a fazer uma postagem mentirosa dizendo que havíamos participado de um festival no Pará e que fomos muito bem recebido naquele Estado.

Ora, isso é mentira. Nunca saímos de Manaus, mano velho.

Presumo que isso era para me queimar diante da opinião pública pois a postagem sairia do meu perfil e não no da banda. Daí, qualquer um que conhece os produtores do festival iria perguntar e claro, a mentira seria descoberta e as consequências cairiam nas minhas costas.

Felizmente não o fiz.

Momento autógrafo:

Uma noite de rock na praça da Saudade, eta tempo bom.

Em um certo momento estávamos reunidos longe do palco, entre os brinquedos da praça. Conversávamos, bebemos e de longe vendo o rock n roll. Aí, de repente, aproximam-se algumas pessoas de nós com o objetivo de obter autógrafos.
Para o meu espanto alguém me pede uma assinatura e educadamente escrevi algo pra ela e foram embora. Dei 2 autógrafos, se me lembro bem.
Essa foi uma ótima sensação. Ser reconhecido pelo seu trabalho mas...e se não foi?
Notei que de todos que deram autógrafos, o inteligentão foi o único a NÃO assinar. Estranho isso, hein?
Tempos depois, relembrando esse caso. Entendo que tudo foi um teatro. Tudo combinado. A verdade é que não tínhamos esse cacife todo. A banda não era conhecida, nem muito conhecida. Tudo aquilo era pra empolgar. Massagear egos e todos caíram no papo furado.
Enquanto se mantinha a magia estava tudo bem, obrigado.
Mas não foi bem assim.

Ensaiando na Diana (São Jorge) (Cris Garcia, Carlos Neto, Paulo Camilo, Fabiano Martin, Rafael Medeiros/ Amazônica (2006)
Banda arrebentando na Alemanha.

Hahahaha. Essa é uma história hilária e foi assim: - Cara, a banda ta arrebentando na Alemanha. A fulana levou um cd pra lá e tá espalhando e tal. Estamos ficando conhecidos por lá. Hahahahahaha
Tem mentira maior que essa? Mas era óbvio que não tinha como ser assim. Ficar conhecido fácil fácil? Assim? Não, claro.
Fui pesquisar nos sites sobre o assunto e nenhuma menção, nenhum link, nenhum, nada, nada. Ou seja, era mentira. Pra quê? Pra manter a MAGIA. Todos iludidos e assim você os controla. Aprendam essa. MAGIA.

Por enquanto é só. Estou escrevendo algo mais detalhado, mas fica pra mais tarde. Enquanto eu puder lembrar de situações que explicam o SER HUMANO IDIOTA que é. MENTIROSO.
Pra finalizar meu recado pro leitor:

Você que recebe apoio ou concorda com o pensamento desse ser, cuidado. Cuidado com a MAGIA. Veja se você não está sendo iludido. No final, a colheita será dele e você ficará boiando.

*Mas claro que o Lula de Manaus vai ler meu blog. Lê devagar, mas lê. E se ler? VAI TOMAR NO CU, OTÁRIO. E tira o saco da cabeça pra falar.
Vai começar o vitimismo?

* FIM

quinta-feira, 17 de maio de 2018

ADPF 183, é o FIM DE QUÊ?

*Retirado do site STF


TEMA DO PROCESSO

  1. Tema
    1. Trata-se de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, com pedido de liminar, "visando ao reconhecimento da não recepção dos arts. 1º (parcial), 16, 17, caput (parcial), §§ 2º e 3º, 18, 19, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 49, caput, 50, 54, 'b' (parcial) e 55 (parcial) da Lei nº 3.857/60, que regulamentam o exercício da profissão de músico, indicando como preceitos fundamentais violados os incisos IV, IX e XIII do artigo 5º da Constituição Federal".

    2. Sustenta a arguente, em síntese, que: 1) "A Lei 3.857/60 criou a Ordem dos Músicos do Brasil - OMB e, dentre outras medidas, estabeleceu requisitos para o exercício da profissão de músico, instituindo o poder de polícia sobre esta atividade artística. Contudo, tanto as restrições profissionais como o poder de polícia acima referidos são flagrantemente incompatíveis com a liberdade de expressão da atividade artística (art. 5º, inciso IX, CF) e com a liberdade profissional (art, 5º, inciso XIII, CF)"; 2) "a liberdade de expressão artística é violada com a exigência de que músicos profissionais se filiem à OMB e com a imposição de diversos requisitos para que eles desempenhem o seu ofício". 3) A "simples idéia de existência de um órgão público controlando a atuação de artistas, com poder de lhes impor penalidades, é incompatível com a tutela da liberdade de expressão"; 4) "as restrições à liberdade profissional somente seriam válidas em relação às 'profissões que, de alguma forma, poderiam trazer perigo de dano à coletividade ou prejuízos diretos a direitos de terceiros, sem culpa das vítimas', o que não ocorreria com a profissão de músico, uma vez que 'se um profissional for um mau músico, nenhum dano significativo ele causará à sociedade".

    3. O presidente da República manifestou-se no sentido da não recepção dos dispositivos legais impugnados na ADPF e pela concessão da medida liminar.

    4. A Câmara dos Deputados informou que "a norma legal contestada foi aprovada nesta Casa Legislativa seguindo todos os trâmites constitucionais e regimentais atinentes à espécie".

    5. O Senado Federal manifestou-se no sentido de que "os artigos questionados na presente ação, integrantes da Lei nº 3.857/60, não foram recepcionados pela CF de 1988".

    6. O Ministro Relator adotou o rito do art. 12 da Lei 9.882/99.

    7. O Conselho Federal da Ordem dos Músicos do Brasil, na condição de amicus curiae, manifestou-se pugnando pelo afastamento da pretensão manifestada na exordial, com a manutenção dos dispositivos da Lei n. 3.857/60, ao argumento de que: 1) a ADPF visaria "impedir que a Ordem dos Músicos do Brasil exerça as prerrogativas legais [...] constantes da redação do art. 1º da Lei n.º 3.827/60 [...] rompendo com as disposições constantes no artigo 21 e 22 da Carta Magna, quanto à capacidade legislativa da União de especificar as condições e qualificações profissionais"; 2) "tanto na edição da Lei n. 3.857/60, quando em vigor a Carta de 1.946, como na Carta de 1.988, o constituinte delegou à lei ordinária a especificação de condições de capacidade e qualificações para o exercício das profissões, sendo de competência exclusiva da União legislar sobre a matéria"; 3) "Não há conflito entre a norma do inciso IX do artigo 5º da Carta Magna [...] com a liberdade de exercício de determinado ofício ou profissão"; 4) "a cidadania, a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa estão 'data vênia' assegurados no exercício do trabalho e da profissão"; 5) "quando essa expressão inerente ao ser humano ultrapassa a simples criação e passa a ser exercida como atividade profissional, sujeita-se às prescrições que a lei estabelecer para o seu exercício. Tem em si, na sua essência, atividade econômica, que também é objeto de interferência do Estado, na sua acepção maior, consoante o disposto no artigo 170 da Carta Magna"; 6) "Portanto, não se pode [...] admitir a pretensão contida na presente Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental sob o argumento de a Lei n.o 3.857/60 não ter sido recepcionada pela atual Carta Magna, na medida que a liberdade não tem o caráter absoluto que se pretende dar"; 7) "Qualquer cidadão pode expressar sua criação artística. [...] Não há qualquer restrição a sua liberdade [...]. Porém, quando essa expressão passa a manifestar-se de outra forma, com um exercício constante e com finalidade econômica, passa a revestir-se de um caráter profissional [...], sujeitando-se aí à regulação do Estado".

    8. Foram admitidos, ainda, como amici curiae: o Conselho Regional da OMB do Estado de São Paulo, a SINDICIESP - Sindicato dos Compositores e Intérpretes do Estado de São Paulo, o Conselho Regional da OMB da Paraíba, o Conselho Regional da OMB de Santa Catarina, o Conselho Regional da OMB de Minas Gerais, o Conselho Regional da OMB do Espírito Santo, o Conselho Regional da OMB de Sergipe e o Conselho Regional da OMB de Mato Grosso do Sul, todos pugnando pela improcedência da arguição, bem como a ABRAFIN - Associação Brasileira dos Festivais Independentes, pugnando pela procedência da arguição.

  2. Tese
    ADPF. CABIMENTO. MÚSICO: REQUISITOS PARA O EXERCÍCIO DA PROFISSÃO. ORDEM DOS MÚSICOS DO BRASIL: RESTRIÇÕES PROFISSIONAIS E PODER DE POLÍCIA. ALEGAÇÃO DE VIOLAÇÃO ÀS LIBERDADES DE MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO, DE EXPRESSÃO ARTÍSTICA E DE PROFISSÃO. LEI Nº 3.857/1960, ARTIGOS 1º, 16, 17, CAPUT, §§ 2º E 3º, 18, 19, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 49, CAPUT, 50, 54, 'B', E 55. CF/88, ARTIGO 5º, INCISOS IV, IX E XIII.

    Saber se presentes os pressupostos e requisitos de cabimento da ADPF.

    Saber se os dispositivos impugnados foram recepcionados pela Constituição Federal de 1988.
  3. Parecer da PGR
    Pelo conhecimento e procedência da presente arguição de descumprimento de preceito fundamental.
  4. Parecer da AGU
    Pela não recepção das normas em análise pela Constituição da República.
  5. Informações
    Processo incluído em pauta de julgamento publicada no DJE em 06/02/2018.


quarta-feira, 9 de maio de 2018

Liberdade, abre as asas sobre nós. Músico livre.


Chegou o momento de pensar e discutir sobre o controle profissional do músico. Há muito tempo tem se ouvido por aí que fiscais da OMB aparecem nos eventos, ou em alguns, para verificar se estão inscritos e em dia com as obrigações que a lei impõe. Essa lei está em debate na alta Corte brasileira, o STF (Supremo Tribunal Federal), mais precisamente protocolada na ADPF 183 (Argüição de descumprimento de preceito fundamental) que visa revogar alguns artigos que não são, e nunca serão, compatíveis com a CF/88. Há correntes que afirmam que haverá uma “bagunça” na classe caso seja extinguida os artigos. Obviamente que os argumentos contrários a liberdade servem para manter o controle, a manipulação e pressão sobre músicos que NÃO possuem diploma, sendo esses a maioria e que movimenta mais dinheiro no mercado através dos cachês (pra constar, cachês abaixo da realidade econômica).

Abaixo, deixarei algumas notícias do site do STF com relação a “Questão OMB” para obtermos uma ampla visão da situação. Claro que existe outras maneiras do músico pagar seus impostos, emitir nota, como qualquer profissional, aliás, como qualquer cidadão.
 




Cabe ressaltar que na atual situação, pessoas sem escrúpulos utilizam a lei para ganhar dinheiro, pressionar, extorquir e constranger músicos se aproveitando da ignorância da maior parte da classe, não prestam contas ao TCU causando prejuízo ao Erário. Aqui no Amazonas foi afastado um presidente que DESVIOU os recursos. O caso está no TRF1.

O que você pensa sobre isso?