sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

EUA x parceiros econômicos. #comercioexterior

Os Principais Parceiros Econômicos dos EUA: Quem São e Por Que Importam?

Os Estados Unidos são uma potência econômica global, e suas relações comerciais influenciam diretamente o mercado mundial. Mas quais países são os mais importantes para a economia americana? Neste artigo, exploramos os principais parceiros econômicos dos EUA, destacando sua relevância e impacto nos negócios internacionais.



1. China

A China é um dos maiores parceiros comerciais dos EUA, movimentando trilhões de dólares anualmente. Apesar das tensões comerciais e da imposição de tarifas, o país asiático continua sendo um mercado vital para produtos americanos, especialmente no setor de tecnologia, manufatura e agronegócio.

2. Canadá

A proximidade geográfica e os fortes laços comerciais fazem do Canadá um dos parceiros mais estáveis dos EUA. O comércio bilateral entre os dois países é essencial para os setores energético, automotivo e de matérias-primas.



3. México

O México é um parceiro fundamental dentro do acordo USMCA (antigo NAFTA). O país desempenha um papel essencial na cadeia de suprimentos da indústria automotiva e manufatureira dos EUA, além de ser um grande consumidor de produtos americanos.



4. Japão

A economia japonesa tem forte relação com os EUA, especialmente nos setores de tecnologia, eletrônicos e veículos. Empresas japonesas também são grandes investidoras nos Estados Unidos.



5. Alemanha

A Alemanha é o principal parceiro comercial dos EUA na Europa. Com forte presença nos setores automotivo, de maquinário e produtos farmacêuticos, a economia alemã tem grande impacto no comércio global.



6. Coreia do Sul

Nos últimos anos, a Coreia do Sul tem se tornado um parceiro estratégico dos EUA, principalmente no setor de tecnologia e semicondutores. As relações comerciais entre os dois países têm crescido constantemente.



7. Reino Unido

Com uma relação histórica e forte presença no setor financeiro, o Reino Unido continua sendo um dos parceiros mais relevantes para os EUA, tanto em comércio de bens industriais quanto em serviços.



8. Índia

A Índia está se tornando um parceiro comercial cada vez mais relevante para os EUA, especialmente nas áreas de tecnologia da informação, farmacêutica e energia renovável.



9. Brasil

O Brasil é o maior parceiro comercial dos EUA na América do Sul. Com forte presença no agronegócio, mineração e manufatura, o Brasil tem sido um mercado importante para empresas americanas.



10. França

A França mantém uma forte relação comercial com os EUA, principalmente nos setores de luxo, aeroespacial e defesa. Empresas francesas e americanas colaboram em diversos projetos globais.



Conclusão

A economia dos EUA é altamente interligada com diversas nações ao redor do mundo. Cada um desses países desempenha um papel crucial na estabilidade e crescimento econômico dos EUA. Com o cenário global em constante mudança, as relações comerciais continuam a evoluir, trazendo novas oportunidades e desafios para os negócios internacionais.

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domingo, 8 de setembro de 2024

A máquina do tempo funciona. Visão da China em 2007. E agora?

Revendo meu velho email encontrei um de 2007 que me mandaram. Nesse email fala da China.

Sem enrolação, leia.



"CHINA DO FUTURO


Alguns conhecidos voltaram da China impressionados. Um determinado produto de que o Brasil fabrica 1 milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz 40 milhões... A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante. Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas...


Com preços que são uma fração dos praticados aqui. Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares. Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo. Que acrescidos de impostos e benefícios representam
quase 600 dólares. Comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero de benefícios...


Hora extra? Na China? Esqueça. O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego que trabalha horas extras sabendo que nada vai receber...


Essa é a armadilha chinesa. Que não é uma estratégia comercial, mas de poder.


Os chineses estão tirando proveito da atitude dos marqueteiros ocidentais, que preferem terceirizar a produção e ficar com o que 'agrega valor': a marca. Dificilmente você adquire nas grandes redes dos Estados Unidos um produto feito nos Estados Unidos. É tudo 'made in China', com rótulo estadunidense.


Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares... Mesmo ao custo do fechamento de suas fábricas. É o que chamo de 'estratégia preçonhenta'.


Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila as táticas para dominar no longo prazo. As grandes potências mercadológicas que fiquem com as marcas, o design... Os chineses ficarão com a produção, desmantelando aos poucos os parques industriais ocidentais.


Em breve, por exemplo, não haverá mais fábricas de tênis pelo mundo. Só na China. Que então aumentará seus preços, produzindo um 'choque da manufatura ', como foi o do petróleo. E o mundo perceberá que reerguer suas fábricas terá custo proibitivo. Perceberá que tornou-se refém do dragão que ele mesmo alimentou.


Dragão que aumentará ainda mais os preços, pois quem manda é ele, que tem fábricas, inventários e empregos... Uma inversão de jogo que terá o impacto de uma bomba atômica... chinesa.


Nesse dia, os executivos 'preçonhentos' tristemente olharão para os esqueletos de suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando bocha na esquina, para as sucatas de seus parques fabris desmontados. E lembrarão com saudades do tempo em que ganharam dinheiro comprando baratinho dos chineses e vendendo caro a seus conterrâneos...


E então, entristecidos, abrirão suas marmitas e almoçarão suas marcas.


Luciano Pires é diretor de marketing da Dana e profissional de comunicação."


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Estamos em Setembro de 2024 e com tudo o que aconteceu desde 2007 pra cá observo as mudanças.


Os comentários:




Ouça Pedra Pintada

Está nos streamings a música Pedra Pintada.


Essa obra surgiu em 2010 durante a visita do parceiro musical Fabiano Martins (in memorian) na Chapada. Apresentei um esboço da harmonia e sugeri que a letra fosse bem regional. Como de costume, ele não o fez na hora mas apresentou toda a letra 3 dias depois.

Ensaiamos um pouco e tempo depois fizemos a primeira e única gravação.

Pedra Pintada é Itacoatiara. Onde nossa Senhora acalmou a Cobra Grande.

👇⇩

Pedra Pintada

ou selecione e cole no navegador:

https://amazon.com.br/music/player/albums/B0B4V856P7?marketplaceId=ART4WZ8MWBX2Y&musicTerritory=BR&ref=dm_sh_JvhG6HSemUwMCVcfzZ7R67bXU&trackAsin=B0B4TY1QH6


O dia em que foi gravado

terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

O que eles sabem?

Que o eleitor é medíocre. Não sabe o que acontece ao seu redor. Não lê e assim não conversa, não discute e diz: "odeio política" e "tudo ladrão". Mas vota.
Assim espera que alguém diga quem é o "melhor" candidato e cai nas pegadinhas. Cai porque é "burro" politicamente. Espera que ALGUÉM RESOLVA seus problemas (falta de dinheiro, bucho vazio, desempregado, etc) e aí não percebe que A MAIORIA mantém o sistema fechado entre eles. Quem entra no sistema precisa MANTER o sistema.
 
Sistema:
Salários altos, gasolina de graça, paletó de graça, poucos dias de trabalho, 15, 20, 30 assessores, verba de gabinete, verba, verba e verba, cartão corporativo...etc e etc.
SISTEMA.
 
Quem ousar QUEBRAR ESSE SISTEMA, se dará mal.
 
Quem mantém a máquina funcionando? Os trabalhadores, principalmente os POBRES. Aqueles que eles defendem.
Contam uma historinha pra convencer o coitado de que ele sairá da pobreza e ele não percebe que 10 anos se passaram e AINDA TÁ POBRE e agora, doente. Assim ele precisa ouvir a promessa de que o SUS é melhor, mas ele tá na fila há 3 anos, esperando a consulta no SISREG.
 
Eles brigam, trocam acusações, vão pra cima de jornalistas (mas basta um pix e tá tudo calmo e tranquilo), vão pra cima de empresários, metem o caô do "a zona franca está sendo atacada. Vamos defender os empregos e tal" e "vamos ligar o Amazonas ao resto do Brasil com o asfaltamento da BR 319"
 
E o eleitor NÃO APRENDE, NÃO ABRE O OLHO, NÃO DESCONFIA, NÃO FAZ CONTA (sabe fazer), NÃO LEMBRA DO PASSADO.
 
Ah, a política nossa de cada dia. 50 anos e o País ainda é SUBDESENVOLVIDO. Sempre EMERGENTE. Sempre POBRE.
 
É a pobreza intelectual do pagador de imposto. Ainda não é o fim.